quinta-feira, 15 de setembro de 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Músicas de lá - Intersis Play
Esta, “Intersis Play”, foi feita por inspiração da própria letra, que é em romeno e estava escrita em uma placa pendurada na parede da sala de casa em Ruychaverstraat. Um músico romeno tinha o costume de tocar todos os dias o seu acordeão em frente a um supermercado no centro do Haarlem e “passar o chapéu”. Então, os donos do supermercado, partidários da xenofobia e dos bons costumes burgueses, colocaram uma placa dirigida especialmente para este músico: INTERSIS Sã PLAY FARA LICENTA INTERSIS CHERCHITUL. A essas palavras acompanhava uma sanfona com um risco vermelho: proibido! Nossos amigos ocupas então arrancaram a placa e a puseram na sala de casa.
Por um acaso louco, justamente no período em que lá estávamos havia também um tipo da Romênia que traduziu para nós a inscrição. Dizia: PROIBIDO TOCAR SEM LICENÇA PROIBIDO PEDIR DINHEIRO. Meu amigo Luiz Gabriel Lopes fez uma levada meio Gil em 5 e eu comecei a cantar a inscrição por cima...
Essa música é uma homenagem a todos os músicos que tocam na rua. E o fato dela ser em línguas do leste europeu vem bem a calhar, uma vez que é muito comum ver nos países mais ricos da Europa músicos de rua vindos do leste, os chamados Ciganos, Gipsys, Gitanos, etc...
Depois, conheci uma menina da Lituânia que me ajudou a fazer a segunda parte da letra traduzindo os mesmos dizeres na língua de seu país: TU NéGALI GRóTE MUZICOS BE LEIDMO DRAUDJAMA PRACHITE PINIGU."
Agora que vocês já conhecem a história, Intersis Play interpretada por La Banda de José "El Tuerto" (em português, A Banda do Zé Caolho)
Próxima parada... Formentera (Espanha)
Aquele abraço
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Cordel de Mestre Gaio na Biblioteca Pública
EM DESTAQUE
CORDEL: O vasto mundo da literatura na visão de Olegario Alfredo - Mestre Gaio
Local: Teatro da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, na Praça da Liberdade.
quarta, 31 deagosto de 2011
às 9 h
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Músicas de lá - Banan Kalo
domingo, 14 de agosto de 2011
Cordelteca
Nesses dias aí, a Casinha recebeu a visita do ilustre Mestre Gaio. Veterano da capoeiragem de Minas, discípulo do Mestre Toninho Cavalieri (pioneiro em nossa terra).
Mestre Gaio é cordelista, membro da Academia Brasileira de Cordel, autor de centenas de títulos apreciados por todo o Brasil. Em escolas, igrejas, estádios de futebol, faculdades, centros culturais, Mestre Gaio difunde a poesia de cordel com maestria.
Neste mês de julho, o Mestre inaugurou a Cordelteca da Casinha, com títulos maravilhos sobre capoeira, poesia, diálogos entre Mestre Pastinha e Mestre Bimba, e outras demandas com o Diabo, o cachorro, a prostituta, Dom Quixote etc.
Sem dúvida, o maior autor de cordéis de capoeira, Mestre Gaio abrilhanta a Casinha com esta Biblioteca de Cordel, aberta ao público para consulta e emprétismo.
Em entrevista à Rede Minas, o professor do Teatro Universitário da UFMG, Fernando Limoeiro, fala que sua paixão pelo Cordel se dá pela vontade de inserir a cultura popular na Universidade e sua crença na cultura brasileira. Natural de Limoeiro, sertão de Pernambuco, o professor tem imagens riquíssimas na memória das feiras em que trabalhavam os cordelistas e os "leitores de bancada", aqueles que não só vendiam o Cordel, mas liam-os para os matutos, agricultores analfabetos.
"...leitores de bancada... Este homem se chamava Manoel Sabe Ler. (...) Eu via Sêo Manoel Sabe Ler lendo os cordéis. Para quem? Para os matutos analfabetos. E veja que formação. (...) E vendo os matutos tirar do seu parco dinheirinho, seu suado dinheiro de lavrador para comprar poesia, partindo do princípio de que ele não tinha nenhuma formção cultural erudita, [concluía que] este homem analfabeto tinha necessidade da poesia. E comprava a poesia junto com o alimento. Foi aí que eu coloquei no meu texto que diz: 'foi ali, sob o Sol do sertão, escutando Sêo Manoel Sabe Ler, que eu descobri que o cordel é pra comer'.
O matuto sentia necessidade da poesia. (...) O homem dito, entre aspas, ignorante, o lavrador, o campesinato tem necessidade e fome de beleza que todos nós que estudamos temos. O homem precisa de alimentar de poesia...".
Links:
http://www.redeminas.tv/centro-de-midia/brasil-das-gerais/literatura-de-cordel-e-cultura-popular-1
http://www.redeminas.tv/centro-de-midia/brasil-das-gerais/literatura-de-cordel-e-cultura-popular-2
http://www.ablc.com.br/
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
OFICINA DE TEATRO DO OPRIMIDO

Oficina:
Introdução ao(com: Nuno Arcanjo
Músico, Arte-Educador, Ator e Multiplicador do T.Oprimido (pelo CTO))
Objetivo: iniciar os participantes no método criado pelo brasileiro Augusto Boal, (hoje praticado em mais de 70 Países) .O T.O. é um Método Estético, Pedagógico e Político, com Exercícios, Jogos e Técnicas que objetivam a desmecanização física e intelectual de seus praticantes, o estímulo à criatividade, a alfabetização estética e a democratização da produção artística.
Conteúdo: Exercícios e Jogos, História e Princípios Éticos,
Criação de Teatro-Fórum, Intervenção pública final.
Local: Coletivo Casinha – espaço Cultural - R. Juiz de Fora, 114 – B. Barro Preto (perto do Fórum)
Data: 27 e 28/Agosto (Sab. e Dom.)
Horários: Sáb. de 14h às 19h e Dom. de 9h às 19h (com pausa para almoço no local)
Investimento: R$35 (inclui apostila e almoço)
Vagas Limitadas (máx. 20 participantes)
Observações.: usar roupas confortáveis; levar comes e bebes para lanche coletivo (leve sua caneca e evite embalagens descartáveis)
Inscrições: fernandomurcego@yahoo.com.br 9811-3737 (com Murcego) e
beavisjp@gmail.com, 9611-1474 (com João Pedro).
Requisito é fazer a inscrição pelos dois e-mails para confirmação! Outro requisito é a participação nos dois dias!
Alguns vídeos podem ser vistos no youtube para maior entendimento sobre o Teatro do Oprimido. Sugerimos dois:
http://www.youtube.com/watch?v=KK0Z7n-w97Y (A Estética do Oprimido)
http://www.youtube.com/watch?v=03klL8GhIpw (Entrevista com Augusto Boal)
Realização:
Casinha Espaço Cultural
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Cineclube Casinha - Roots Time

sábado, 23 de julho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
Arraiá da Casinha!

quinta-feira, 16 de junho de 2011
Oficina dança-afro

Com Flávia Soares e Companhia.
Proposta:
A Oficina de Dança será ministrada por Flávia Soares e é aberta para todos os tipos de pessoas e corpos.
Contribuição: 20 reais
Lembrando que os gregos antigos buscavam equilíbrio na máxima "mente sã, corpo são", o caminho para uma vida plena e saudável se pauta na exploração das potencialidades do corpo e da mente. Numa sociedade em que a tecnologia substitui, cada vez mais, atividades do corpo e os formatos, práticas e locais da vida (morada e trabalho) nos dão uma sendarização garantida, movimentar é preciso.
Trazer uma oficina de Dança-Afro para a Casinha cumpre o objetivo de criar possibilidades de emancipação mente-corpo, favorecendo a abertura de caminhos internos e a extrapolação dos limites cotidianos. Flávia Soares, bailarina conhecida na cidade, nos alegra muito em ter aceitado o nosso convite e de ter aberto essa oportunidade para a comunidade casinhense.
Vamos prestigiar!
quarta-feira, 8 de junho de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
Oficina Tambor de Crioula com Mestre Amaral

Nesta terça e quarta-feira, dias 24 e 25 de maio, acontece a oficina de tambor de crioula com Mestre Amaral na Casinha.
Mestre Amaral faz parte de uma família de coreiros e coreiras, sendo sobrinho de mestre Felipe de Sibá, de São Vicente de Ferres, Maranhão. Ele já participou de vários grupos de tambor em São Luís e no interior e, atualmente, desenvolve um trabalho com seu grupo, Grupo de Tambor de Crioula do Mestre Amaral.
Ele estará em Belo Horizonte dos dias 20 de maio a dia 10 de junho, realizando oficinas de tambor direcionadas, principalmente, àqueles que têm interesse em aprender o toque do tambor de crioula.
Para quem quer aprender mais sobre essa manifestação da cultura popular que foi considerada patrimônio cultural imaterial brasileiro, compareça!!!!
Tambor de Crioula
O Tambor de Crioula faz parte de uma das brincadeiras tradicionais da cultura popular maranhense. É uma manifestação que possui aspectos da religiosidade popular, de forma que, em todas as festas está presente São Benedito, nas toadas, num altar preparado próximo ao local da brincadeira ou até mesmo participando da dança, carregado por uma brincante. No início, era mais um aprendizado de luta do que uma dança, praticado somente pelos homens. Com o tempo, as mulheres, chamadas decoreiras, passam a dançar e os homens, os coreiros, a tocar e cantar. Atualmente, no Maranhão existem vários grupos que fazem Tambor de Crioula, para os quais a brincadeira se constitui como uma forma de coesão comunitária, uma oportunidade de se relacionar com amigos. Esses grupos organizados também se apresentam em espetáculos turísticos, na intenção de divulgar a cultura local.
Oficina
Quando: 24 e 25 de maio, de 20hs às 22hs
Onde: Casinha. Rua Juiz de Fora, nº114, Bairro Barro Preto
Oficineiro: Mestre Amaral
Custo: R$50,00
"Eu só chego de manhã, eu só chego de manhã. Quando eu vou tocar tambor, eu só chego de manhã"




