domingo, 17 de maio de 2009

Sangue Novo!

Há mais de um ano, em um show na biblioteca municipal, a banda mineira de samba Chapéu Panamá gravava seu primeiro disco, que depois de um longo e tenebroso inverno sai do forno. O resultado são músicas autorais, que em alguns momentos fazem referência a consagrados sambas ou choros. Esse trabalho conta ainda com a participação dos sambistas Ronaldo Coisa Nossa e Mauro Zockratto.

Na minha opinião, um ótimo disco. É muito bom ver gente nova fazendo samba novo e de qualidade, ainda mais com o respaldo da velha guarda.



Chapéu Panamá - Ao vivo na biblioteca (2009)



01. Sina do Caeté
02. Vinheta a Noel
03. Anjo Perdido
04. A Semana
05. Aquarela em Preto e Branco
06. Zé Bigode
07. Larga Isso de Mão
08. Mercadão
09. É Preciso Muito Amor
10. Pampulha-Mar
11. O Samba Mora Aqui

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Informações sobre a banda, próximos shows e contatos:




"Cantando o nosso samba, entregamos a todos a nossa arte, feita para aproximar, livre para ecoar"



Marquito

sábado, 16 de maio de 2009

Recorda o Rock! (1º)


Convites de festas passadas, mas não esquecidas!



sexta-feira, 15 de maio de 2009

Carnaval da Casinha




Carnaval da Casinha





quinta-feira, 14 de maio de 2009

Festa: "MESTRE PEDE PASSAGEM" !!


Mais uma Nobre, Inesquecível, Deliciosa festa na Casinha.
Essa é pra trazer Mestre Moraes lá da Bahia, hein! Quanta Responsa!
A Energética Bateria do Unidos do Barro Preto, ensaiadíssimos
e os Dj´s pioneiros do Rock Doméstico, Mumu e Bené, vão embalar a nossa tradicional/inovadora festança de sexta à noite!
Vem e se joga sem medo de ser feliz, porque como diria o corrido:
"Escorregar não é cair!"

Entonces: sexta 15/05, 22hs, R$5! Sujeito à lotação!

Bora escorregar no massapê?!
É lindo...

quarta-feira, 13 de maio de 2009

O conta-gotas de Djalma Corrêa: segunda dose


Salve salve pessoas queridas! Aqui vão algumas fotos da segunda dose da homeopatia percussiva de Djalma Corrêa. Linguagem sineira, banda mineira de percussão, o som do metal, dinâmica, gravações em estúdio, música espontânea... e por aí foi...



Obrigado a todos, que não foram muitos, que estiveram presentes! O resultado foi um bate papo e um som bem intimista... Gostei bastante da música espontânea que fizemos! No mais, é só aguardar a próxima dose (ou se preferirem, gota) da filosofia conta-gotas do Djalma.



Vem mais por aí!

Bjos e abraços,

Gustavo

O que é que a Jamaica tem ??

Queridões e queridonas, descobri por acaso (ou não) uma orquestra nada convencional. Trata-se da Orquestra Brasileira de Música Jamaicana. Hehe! Gostei logo do nome e fui pesquisar. Idealizada pelo músico e produtor Sérgio Soffiatti e o trompetista Felippe Pipeta em 2005, foi colocada em prática só em 2008 (velha mania jamaicana de deixar as coisas pra depois).

A idéia inicial era tocar música jamaicana de raiz, ska, rocksteady e early reggae, mas logo veio a idéia de tocar clássicos da música brasileira nesses estilos. E daí os caras deixaram claro que não tão pra brincadeira. No primeiro EP, pegaram só clássicos dos clássicos da música brasileira e mostraram sua face jamaicana. E ainda sacaram uma música própria!

Esse é só o primeiro projeto da OBMJ e ao que parece tudo pode acontecer. Sinto o cheiro de mais coisa boa vindo aí...


EP Orquestra Brasileira de Música Jamaicana



01. Tico Tico no Fubá

02. Ska Around The Nation

03. O Guarani

04. Carinhoso

05. Barquinho/Summer Song

06. Aguas Dub

07. Aguas de Março

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Ó o myspace deles



Jah Jah

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Riachão é o cara!

Com uma simpatia fora do normal, Riachão nos recebeu para um lero após participar do show do Samba do Compositor no Conexão. Quando entramos no camarim ele ainda sorria e cantava. Do mesmo jeito que diz levar a vida.

Riachão é um dos grandes sambistas do nosso país. Já teve músicas gravadas por Jackson do Pandeiro, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Cássia Eller. O samba corre em suas veias desde pequeno. Aos 9 anos já cantava nas serenatas, nos aniversários ou nas batucadas com os amigos do bairro. Batucava em latas de água onde tamborilava seus sambas. A primeira composição veio aos 12 anos, um samba sem título que dizia: "Eu sei que sou moleque, eu sei, conheço o meu proceder/ Deixe o dia raiar que a minha turma, ela é boa para batucar".

Hoje, aos 88 anos, mostra ainda energia e vitalidade de moleque, que podem ser conferidas no vídeo abaixo. Êta véio porreta!!





fonte: Fundação Cultural


matheus rocha

terça-feira, 5 de maio de 2009

Ão, Ão, Ão, meu forte é a rima.

Cara, o RAP é foda. Teve uma época que eu já ouvi mais, junto com um parceiro até me arriscava a compor uma letras. Logo vi que não era minha praia. É necessário muita fluidez e um vasto vocabulário para que não soe repetitivo e acabe chato e cansativo. Hoje vejo essas letras e acho bastante graça. Valeu pela experiência.

Mas não é porque eu não levo jeito pro negócio que eu deixei de admirar. Acho o RAP um puta estilo musical, com um poder de manifesto e contestação que nenhuma outra música tem. Mas também não precisa ser só isso. Existe muita coisa no RAP além do grito dos excluídos e há espaço pra tudo.

A sigla RAP significa em inglês Rhythm And Poetry (Ritmo e Poesia). O Rap é apenas um dos elementos da música e cultura hip hop. Que ainda conta com o Grafiti, o Dj e o Bboy (dançarino de break).

O rap, comercializado nos EUA, desenvolveu-se tanto por dentro como por fora da cultura hip hop, e começou com as festas nas ruas,nos anos 70 por jamaicanos e outros. Eles introduziam as grandes festas populares em grandes galpões,com a prática de ter um MC (mestre de cerimônia), que subia no palco junto ao DJ e animava a multidão, gritando e encorajando com as palavras de rimas, até que foi se formando o rap.

A origem do Rap veio da Jamaica, mais ou menos na década de 60 quando surgiram os sistemas de som, que eram colocados nas ruas dos guetos jamaicanos para animar bailes. Esses bailes serviam de fundo para o discurso dos "toasters", autênticos mestres de cerimônia que comentavam, nas suas intervenções, assuntos como a violência das favelas de Kingston e a situação política da Ilha, sem deixar de falar, é claro, de temas mais polêmicos, como sexo e drogas.

No início da década de 70 muitos jovens jamaicanos foram obrigados a emigrar para os Estados Unidos da América, devido a uma crise econômica e social que se abateu sobre a ilha. E um em especial, o DJ jamaicano Kool Herc, introduziu em Nova Iorque a tradição dos sistemas de som e do canto falado e foi se espalhando e popularizando entre as classes mais pobres até chegar a atingir a alta sociedade.

Hoje o que a "alta sociedade" aprecia é o RAP Gangsta, aquele em que só se fala em garrafas de champagne, correntes de ouro, mulheres gostosas e carrões. Eu sinceramente acho uma merda, pois apesar de ter umas batidas boas (ritmo), deixaram a outra metade de lado (poesia). Mas há quem goste. Paciência!

O RAP não é uma coisa só. Pode ser compromisso com o povo da sua comunidade, para falar dos seus problemas, pode ser apenas uma viagem de doidão, pode ser irônico, pode ser escrachado e pode ser até educativo (já fiz e deu certo). Enfim, pode ser o que quiser e pra quem quiser. Basta se arriscar.

Aqui em BH a boa é ir curtir a Batalha de MC's. Toda sexta embaixo do viaduto Santa Tereza, a partir das 20h e 30. Lá o estilo é livre. É só chegar se increver e rimar. Mas se você for igual eu e não quiser insistir, também poder ir. Mas vai com vontade e disposição pra aplaudir.


Alguns RAP's


RAP Mineiro




RAP Clássico




RAP Escrachado




RAP Pop




RAP Cabeça





Quer saber mais??

http://www.rapnacional.com.br/
http://www.myspace.com/arebeldia
http://www.suapesquisa.com/rap/
http://www.radiorap.com.br/


matheus rocha

Preto Serenata no Conservatório Music Bar

Preto Serenata no Conservatório Music Bar




Preto Serenata no Conservatório Music Bar

Museu Vivo - Associação Cultural Eu Sou Angoleiro


Como muitos devem saber, o mês de maio é aquele da abolição. A Associação Cultural Eu Sou Angoleiro (A.C.E.S.A), desde 2004, promove um museu vivo na região da Lapinha (município de Lagoa Santa) para celebrar a ocasião. A entidade tem seus trabalhos liderados pelo mestre de Capoeira Angola João Bosco, além de frentes de trabalho espalhadas pela cidade, uma delas tocada pelo treinel Fernando Murcego na Casinha.

O evento sempre acontece no último final de semana do mês da abolição. Excepcionalmente esse ano, acontecerá no penúltimo, dias 22, 23 e 24. São três dias de contato direto com culturas de raiz de matriz africana, como a capoeira angola, o congado, o candombe, o samba e a dança afro, e com mestres antigos, através de oficinas, apresentações, debates e afins.

Em 2009 não será diferente, a programação conta com a participação de mestres de capoeira, que são referência na arte e por trabalhos sociais desenvolvidos, além de outras personalidades da cultura negra em geral, que muito têm a transmitir.

Pessoalmente, posso dizer que o museu vivo no mês da abolição é uma experiência muito engrandecedora. Como capoeirista, não há nada igual. É a experiência de anos condensada em alguns dias, e ao fim do domingo é possível sentir o corpo mais adaptado aos movimentos. Como pessoa, faz pensar e ajuda a se posicionar no espaço. Vale a pena a todos os gostos, idades, cores, sexos e tudo mais.

O preço é cinquenta reais, que incluem alimentação, transporte e hospedagem no camping. Programação definida em breve. Mais sobre a A.C.E.S.A. no link: http://www.eusouangoleiro.org.br/

Axé

Marquito

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Oficina com Djalma Corrêa - II edição

Companheiros e companheiras de tambor!

É com enorme satisfação que o coletivo CASINHA convida a todos para mais uma oficina com o percussionista Djalma Corrêa. Todos são muito bem-vindos, tanto os que participaram da primeira quanto aqueles que não. O único pré-requisito é o interesse pela percussão, pela música e pela cultura popular.

O quê: Oficina com Djalma Corrêa
Quando: Sábado, 09/05/09
Onde: na Casinha!
Horário: 14h
Valor: R$30,00

Peço que divulguem para os que possam se interessar e, por favor, que CONFIRMEM POR EMAIL o mais rápido possível. Essa confirmaçao é muito importante, pois a oficina terá um limite de 20 pessoas

Email para a confirmação: gustavo_camposs@hotmail.com
Maiores informações: 97951039

Ps: confiram os posts à respeito da primeira oficina! ("oficina com Djalma Corrêa" e "Em casa com Djalma")

Bjos e abraços

Gustavo - Coletivo